A corrida eleitoral de 2026 ganhou um novo e experiente protagonista em Roraima. Em um evento estratégico realizado no centro de Boa Vista nesta terça-feira (6), no Aipana Plaza o partido Democrata oficializou o médico infectologista Mauro Asato como seu pré-candidato ao Senado Federal.
O lançamento contou com o peso político de Suêd Haidar, presidente nacional da legenda, que destacou a necessidade de uma “limpeza” ética na política local.

As bandeiras: O remédio para o Estado
Com uma trajetória moldada pelo cuidado direto com as pessoas, Asato não hesitou em apontar os pilares de sua futura plataforma legislativa. Para o médico, o progresso de Roraima está intrinsecamente ligado ao bem-estar social:
“Meu compromisso central é elevar o padrão da assistência à saúde em nosso estado. Junto a isso, a educação será nossa prioridade absoluta. É através desse binômio que garantiremos um desenvolvimento sólido e humano para Roraima”, pontuou o pré-candidato.
Para Suêd Haidar, a indicação de Asato é uma resposta direta ao clamor popular por integridade e ética na política. “A candidatura simboliza uma ruptura com práticas antigas, para priorizar nomes técnicos e sem históricos duvidosos. Ao focar em renovação qualificada e compromisso real, nosso partido quer oferecer uma alternativa séria que esteja verdadeiramente à altura das necessidades de Roraima”
Quem é Mauro Asato? Do front da pandemia à política
Nascido em Presidente Prudente (SP), mas radicado em Roraima desde 1995, Mauro Shosuka Asato, 68 anos, é uma figura respeitada na comunidade acadêmica e médica. Pai de três filhos e profissional multifacetado, sua bagagem inclui:
-
Vasta Especialização: Expert em Infectologia, Saúde Pública, Medicina do Trabalho e Hematologia.
-
Legado Público: Ex-secretário estadual de Saúde e ex-diretor do Hemocentro de Roraima.
-
Mestre e Mentor: Professor da UFRR e coordenador de residência médica no HGR.
A imagem de Asato ficou marcada pela coragem durante o período mais crítico da Covid-19. O médico, que atuou na linha de frente salvando vidas, chegou a sentir o peso da doença na pele: em 2021, enfrentou uma internação de 28 dias após ser contaminado pelo vírus. Hoje, ele busca levar essa experiência de resiliência e gestão técnica para as cadeiras de Brasília.





