Presidente da Câmara diz ser alvo de perseguição política por grupo de oposição

Compartilhe:

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp

Sobre a Operação Tânatos, deflagrada ontem (5) pela Polícia Federal, que cumpriu um ato circustanciado de busca e apreensão na residência do presidente da Câmara Municipal de Vereadores de Boa Vista, vereador Genilson Costa (Solidariedade), o parlamentar subiu à tribuna, durante sessão ordinária nesta quarta-feira (6), para falar sobre o ocorrido. Ele afirmou que está com a consciência tranquila e à disposição da Justiça para esclarecimentos.

“Mas, agora estou sendo alvo de perseguição política pelo grupo de oposição ao governador de Roraima, Antonio Denarium, o qual tem todo meu apoio nesta campanha eleitoral. Esse grupo está tentando a qualquer custo denegrir minha imagem, por meio de veículos de comunicação que são pagos com dinheiro público. Ouvindo uma rádio pertencente a eles, o apresentador disse que todo dia vai bater nesse assunto. Volto a reafirmar que estou com a consciência tranquila”, ressaltou Genilson Costa.

“E um dos motivos para essa perseguição é porque projetos de lei do Executivo quando chegam a esta Casa, passam por uma análise criteriosa até entrar em votação. Estamos fazendo uma legislatura diferente das anteriores. E outra coisa, projetos de lei, sejam do Executivo ou de qualquer vereador da minha base ou da base do prefeito, que beneficiam categorias, sempre votamos favoráveis. A prefeitura tem que mudar esse discurso de que a Câmara é quem prejudica os trabalhadores municipais. Mas o trabalho da Mesa Diretora e dos vereadores da minha base tem incomodado”, comentou o presidente da Câmara.

O presidente da Câmara disse também que, durante o cumprimento do ato circustanciado de busca e apreensão na sua residência, agentes da PF encontraram cópia de um documento que tem alguns prints de conversas. “Acontece que esse documento é um Boletim de Ocorrência que eu registrei em 14 de março de 2019, e os policiais acharam desnecessário apreender. Eles levaram três aparelhos celulares, sendo um do meu filho que abriu o portão pra eles realizarem a diligência, outro aparelho celular também de um filho meu e outro telefone móvel que tem mais de dois anos sem uso algum. Mas, a mídia está inventando um fato que não é verdade”, afirmou Costa.

Ele ainda disse que está com a consciência limpa e tranquila, pois não cometeu nenhum ilícito. “Estou à disposição da Justiça para esclarecer qualquer coisa, pois sou o mais interessado nesse trabalho de investigação e que ao final mostrará que não tenho envolvimento com nada”, finalizou Genilson Costa.