Câmara contesta informações sobre votação de projetos do Executivo

Compartilhe:

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp

O presidente da Câmara Municipal de Vereadores de Boa Vista, vereador Genilson Costa (SD), contesta as informações de uma matéria veiculada em um site pertencente ao grupo da prefeitura da capital.

A informação do site é que o governador de Roraima, Antônio Denarium (PP), teria se reunido com vereadores e pedido a retirada de projetos do Executivo que beneficiam servidores da Educação municipal.

“É fake news essa notícia. Em nenhum momento ocorreu essa reunião entre vereadores e o chefe do Executivo estadual. Inclusive, a foto utilizada na matéria foi de uma fiscalização no Hospital da Criança, no ano passado”, afirmou o presidente da Câmara.

Sobre a não realização da sessão nesta quarta-feira (16), Genilson Costa esclareceu que, de fato, o painel da Casa apresentou um problema técnico. “Esse problema começou na sessão de quarta-feira da semana passada. Já solicitamos os reparos e a previsão é de que na próxima semana esteja normalizado”.

Quanto aos projetos do Executivo municipal, o presidente da Câmara esclareceu que todos já teriam sido analisados pelas comissões e seriam votados na próxima sessão. “Mas a prefeitura retirou os projetos e agora não temos como votá-los. Não somos contra os projetos. Pelo contrário, projetos de lei, sejam de autoria de vereadores ou do Executivo, que beneficiam categorias, sempre votamos favoráveis”, ressaltou Genilson Costa.

Ainda com relação a matéria veiculada pelo site, que afirma que o vereador Ítalo Otávio (Republicanos) está se promovendo politicamente, o parlamentar esclarece que não é candidato a nenhum cargo eletivo nas eleições deste ano.

Sobre os projetos de lei 005 e 011, de autoria do Executivo, Ítalo Otávio afirmou que é favorável às propostas. “Quero que o prefeito Arthur Henrique dê as 30 horas para os cuidadores. Mas, que dê essa carga horária imediata e com segurança, pois no projeto de lei do Executivo não ficou claro como seria aplicada essas 30 horas”, disse o parlamentar.