Compartilhe esta notícia:

Paracetamol: Mães denunciam falta de Medicamentos no Hospital da Criança

A situação da saúde pública municipal tem se tornado crítica e alarmante, especialmente para as famílias que dependem do Hospital da Criança.

Está semana, a pequena Lara, de 4 anos, acompanhada de sua mãe Kamila, precisou de atendimento médico urgente. No entanto, ao chegar ao hospital, Kamila foi surpreendida com a notícia de que não havia paracetamol disponível para tratar sua filha.

A medicação havia sido passada pelo médico quando a menina ficou internada para verificar as razões de sua dor e febre, mas a falta da medicação básica cassou desespero nas mães.

Kamila, visivelmente abalada, denunciou o descaso em uma rede social, relatando a angústia e o desespero de ver sua filha sofrendo sem poder receber o medicamento básico.

“É inadmissível que um hospital destinado a cuidar de crianças esteja sem um remédio tão essencial como o paracetamol. Minha filha estava com febre alta e não tinha nada para aliviar sua dor. Precisamos de uma solução urgente!”, desabafou Kamila.

Impasse com empresa

Em resposta à denúncia, a Secretaria Municipal de Comunicação emitiu uma nota informando que a falta do medicamento se deve a um impasse com a empresa responsável pela entrega do paracetamol.

Segundo a Secretaria, a empresa entrou com um pedido de reequilíbrio-econômico financeiro para ajustar o valor unitário do medicamento, o que resultou na interrupção do fornecimento.

“A Procuradoria Geral do Município está atuando no processo para fazer com que a empresa entregue o medicamento o mais rápido possível”, afirma a nota oficial.

No entanto, para Kamila e tantas outras mães que enfrentam essa mesma situação, a resposta da Secretaria não é suficiente.

A falta de medicamentos básicos como o paracetamol é um indicativo preocupante da precariedade do sistema de saúde municipal. A população, especialmente as crianças, não pode esperar por resoluções burocráticas enquanto suas necessidades imediatas de saúde não são atendidas.

É fundamental que as autoridades competentes tomem medidas urgentes para resolver essa situação e garantir o fornecimento contínuo de medicamentos essenciais.

 

Compartilhe esta notícia: