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Senadores Hiran e Mecias se posicionam sobre ataque dos EUA à Venezuela

A confirmação de uma operação internacional que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, colocou a crise da Venezuela no centro do debate político em Roraima. O episódio reacendeu discussões sobre os efeitos diretos da instabilidade no estado brasileiro que faz fronteira com o país vizinho.

Para o senador Hiran Gonçalves, a prisão de Maduro representa o colapso de um regime autoritário responsável por uma das maiores crises humanitárias da América Latina. Segundo ele, Roraima vem pagando um preço alto há anos, com sobrecarga nos sistemas de saúde, educação, assistência social e segurança pública em razão do fluxo migratório forçado.

O parlamentar avalia que a captura de Maduro abre uma expectativa de restauração do Estado Democrático de Direito na Venezuela, mas alerta que o processo de transição tende a ser longo e instável. “A queda do ditador não encerra automaticamente os riscos. O país foi profundamente contaminado por autoritarismo, corrupção e vínculos com organizações criminosas”, afirmou.

Hiran Gonçalves também destacou que, embora a fronteira esteja oficialmente fechada, a medida foi tomada pelo próprio regime venezuelano e não elimina os riscos à segurança regional. Para ele, o Brasil precisa tratar a crise como uma questão de soberania e segurança nacional, e não apenas sob a ótica humanitária, reforçando o apoio federal a Roraima.

Mecias de Jesus

Já o senador Mecias de Jesus adotou um tom mais enfático ao comentar a operação internacional. Em declaração pública, ele elogiou a atuação do presidente Donald Trump e classificou a captura de Maduro como um enfrentamento direto a uma ditadura que oprime seu povo e exporta instabilidade para países vizinhos.

“Aplaudo de pé o presidente Donald Trump por agir em defesa da democracia nas Américas. Enquanto o governo Lula foi conivente, Roraima pagou o preço da crise migratória. A liberdade começa a ser devolvida ao povo venezuelano e também ao Brasil”, afirmou Mecias.

Os dois senadores convergem ao defender que a União intensifique o controle e a vigilância das fronteiras, amplie o apoio financeiro e estrutural a Roraima e atue de forma mais firme no cenário internacional. Para a bancada roraimense, o novo capítulo da crise venezuelana exige respostas rápidas para evitar que o estado continue arcando sozinho com os efeitos de uma instabilidade que ultrapassa fronteiras.

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