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EUA anunciam captura de Maduro e fronteira com Roraima amanhece fechada

Os Estados Unidos lançaram um ataque militar de grande escala contra a Venezuela na madrugada deste sábado (3) e afirmam ter capturado o presidente Nicolás Maduro. O anúncio foi feito pelo presidente Donald Trump, que declarou que Maduro e a esposa foram retirados do país por via aérea, sem informar o destino.

Explosões foram registradas em Caracas e em outras regiões estratégicas do país, como Miranda, Aragua e La Guaira. Moradores relataram tremores, voos rasantes de aeronaves, correria nas ruas e queda de energia elétrica, especialmente nas proximidades da base aérea de La Carlota.

Em comunicado oficial, o governo da Venezuela declarou estado de emergência nacional e classificou a ação como “agressão imperialista”. O texto convoca a mobilização das forças políticas, sociais e militares para defender a soberania do país e afirma que Caracas se reserva ao direito de legítima defesa.

A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, disse não ter informações sobre o paradeiro de Maduro e cobrou uma prova de vida do governo americano. Segundo Caracas, o ataque teria como objetivo controlar recursos estratégicos, como petróleo e minerais, e impor uma mudança de regime.

Fronteira com o Brasil amanhece fechada após anúncio de captura de Maduro

A fronteira da Venezuela com o Brasil amanheceu fechada, horas após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar a suposta captura de Nicolás Maduro. As informações partiram de moradores de Pacaraima, município que faz divisa direta com o país vizinho.

Imagens enviadas por moradores mostram cones posicionados próximo à alfândega em Santa Elena de Uairén, no lado venezuelano, e indicam clima de intranquilidade na região. Até o momento, não houve confirmação oficial das autoridades brasileiras sobre o fechamento.

A escalada do conflito é acompanhada com atenção em Roraima, que historicamente sofre impactos diretos de crises na Venezuela, especialmente no fluxo migratório e na segurança da fronteira. Autoridades locais ainda não se pronunciaram oficialmente.

Entenda o Conflito

O governo dos Estados Unidos afirma que a ofensiva foi conduzida em conjunto com forças de segurança americanas. Trump sustenta que Maduro lidera o Cartel de los Soles, classificado por Washington como organização terrorista, e que a operação faz parte do combate ao narcotráfico internacional.

A ofensiva ocorre após meses de escalada militar na região, com presença de porta-aviões, submarinos nucleares, navios de guerra e caças. Desde agosto de 2024, mais de 20 embarcações já haviam sido bombardeadas no Caribe e no Pacífico durante a operação Lança do Sul.

Reação Internacional

A reação internacional foi imediata. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que Caracas estava sendo bombardeada e pediu reunião urgente da ONU e da OEA. Irã, Rússia e Cuba condenaram a ação americana, enquanto a Espanha pediu desescalada e se colocou à disposição para mediar o conflito.

Alemanha e Itália informaram que equipes de crise acompanham a situação de seus cidadãos em território venezuelano. Até o momento, não houve manifestação oficial do governo brasileiro sobre o ataque.

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