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Três policiais são presos por homicídio; Crime pode estar ligado ao Narcotráfico

A Polícia Civil de Roraima (PCRR) deflagrou a Operação “Pedras de Moinho”, que resultou na prisão de três policiais – dois civis e um militar, todos da ativa, acusados do assassinato de José Roberto Souza da Silva, com mais de 18 tiros no bairro Jardim Primavera.

Segundo as investigações, o crime foi premeditado. José Roberto era investigado por roubos, assassinatos e envolvimento com garimpo e narcogarimpo.

O crime aconteceu em maio e duas semanas depois um sargento da Polícia Militar foi abordado conduzido o veiculo que que foi filmado no local do crime dando suporte aos assassinos.

As prisões foram coordenadas pela Delegacia Geral de Homicídios (DGH), e envolveu nove mandados judiciais, incluindo seis de busca e apreensão e três de prisão temporária.

As diligências ocorreram em Boa Vista e Caracaraí. Além das prisões dos três policiais, as buscas também miraram outros dois agentes da Segurança Pública estadual.

A operação policial foi coordenada pela DGH (Delegacia Geral de Homicídios) e envolveu policiais do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), Corregepol (Corregedoria-Geral de Polícia Civil), GRT (Grupo de Resposta Tática), Polinter (Delegacia de Polícia Interestadual), e contou com o apoio do DEINT (Departamento de Inteligência) da SESP (Secretaria de Segurança Pública).

Conduzida pelo delegado titular da DGH, João Evangelista, a operação Pedras de Moinhos,  faz alusão à estrutura de um moinho de ventos, construído com pesadas pedras. A referência bíblica utilizada para nomear a operação, sugere que o castigo para aqueles que prejudicam os outros deve ser tão pesado quanto pedras de moinho.

 

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