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Deputados convocam superintendente do DNIT para explicar falta de manutenção na BR-174

O desgaste e a falta de manutenção da BR-174, em direção ao Amazonas, motivaram o deputado Gabriel Picanço (Republicanos) a propor um requerimento para convidar o superintendente regional do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) em Roraima, Marcelo Geber da Silva, para explicar a ausência da instituição na conservação da rodovia.

O requerimento n° 106/2021 entrou na Ordem do Dia da sessão ordinária desta quarta-feira (8) da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) e foi aprovado por unanimidade. Picanço justificou a presença do representante do Dnit, alegando que tem recebido várias reclamações de motoristas que trafegam pela rodovia. Ele ressaltou que as condições de trafegabilidade tendem a piorar nas próximas semanas.

“O superintendente do Dnit precisa explicar sobre a falta de conservação da BR-174. A partir da próxima semana, começam a trafegar na rodovia mais 90 carretas que transportarão gás para o funcionamento da usina de Jaguatirica. A BR-174 está muito problemática e tem causado muitos acidentes”, alertou.

O parlamentar disse que percorreu a rodovia até o Jundiá, município de Rorainópolis, a 321 quilômetros de Boa Vista, que faz divisa com o Amazonas, e que neste percurso não encontrou equipes do Dnit.

“Somos muito cobrados. O convite é para que o superintendente venha até a Assembleia Legislativa dizer que o está faltando, se é apoio político, a gente pode acionar os nossos deputados federais, talvez, viabilizar recursos para que essa estrada não se acabe”, afirmou.

O deputado Renato Silva (sem partido) endossou o pedido do parlamentar argumentando que a cada inverno que passa a estrada fica mais comprometida por falta de manutenção, e que toda a população de Roraima sofre.

“Em especial, a BR-174, que é de responsabilidade do governo federal, e cada vez mais aumenta a quantidade de buracos, e não são pequenos. Estamos entrando no verão e é o momento de chamar o Dnit e cobrar agilidade na obra, porque, daqui a pouco, vamos voltar a como era há 15 anos, quando demorávamos de 15 a 18 horas para chegar ao Amazonas”, destacou.

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